Maio: um mês para refletirmos sobre maternagens, vínculos e as múltiplas formas de cuidado



O mês de maio, tradicionalmente associado às mães, foi para nós, da Moretto & Fogaça, um período de muitas reflexões, trocas e acolhimentos em torno das diversas experiências de maternar e dos sofrimentos vivenciados por tantas mulheres.

Ao longo dessas semanas, promovemos conteúdos que ampliaram o olhar sobre a maternidade, reconhecendo suas belezas, mas também suas dores, silêncios e desafios.

Falamos sobre as mães de bebês Reborn, um fenômeno que desperta curiosidade e, muitas vezes, julgamentos apressados. Para nós, é importante lembrar que esses bonecos hiper-realistas podem representar vínculos profundos com o cuidado, o luto e até a solidão. Embora sirvam como recursos simbólicos para lidar com perdas e afetos, também podem sinalizar sofrimento psíquico quando se tornam substitutos de vínculos reais. A psicologia não julga: escuta, compreende e acolhe. Veja mais no @morettofogaca

Indicamos o filme “Nonnas”, uma obra sensível que fala sobre a perda de uma mãe e o poder das memórias afetivas, traduzidas na comida e no convívio familiar. Um convite para pensar sobre as heranças emocionais que atravessam gerações e sobre os recomeços que se constroem, mesmo a partir da dor. Veja mais no @morettofogaca

No Dia das Mães, celebramos todas as formas de maternar: mães biológicas, mães de coração, avós que cuidam, mulheres que acolhem. Reforçamos a importância de reconhecer e valorizar o papel das mães também na saúde emocional das famílias, lembrando que ser mãe é transformar amor em cuidado — com presença, afeto e escuta. Veja mais no @morettofogaca

Trouxemos também a indicação do filme “Um Ninho Para Dois”, uma narrativa delicada sobre o luto materno e as dificuldades emocionais enfrentadas por um casal após a perda de um filho. Uma história que nos lembra da complexidade dos sentimentos envolvidos na maternidade, especialmente quando ela é atravessada por perdas e silêncios. Veja mais no @morettofogaca

Refletimos ainda sobre um tema essencial: as mães que falham. Lembramos, a partir dos ensinamentos de Winnicott, que a mãe suficientemente boa é aquela que falha — e justamente nessas falhas está a potência do vínculo real e saudável. Não há espaço para perfeições idealizadas, mas sim para a humanidade, com seus limites, afetos e possibilidades de reparação. Veja mais no @morettofogaca

Encerramos o mês com um convite à reflexão sobre as diversas formas de maternar: das avós que assumem esse papel, das mães que vivem perdas muitas vezes silenciadas, das mães de bebês reborn, até o acolhimento emocional promovido por iniciativas como a ONG Amada Helena e a campanha Maio Furta-cor.

O Maio Furta-cor é uma campanha nacional que amplia o olhar sobre a saúde mental materna, reconhecendo maternidades não convencionais, perdas gestacionais, neonatais, infertilidade e as dores de quem não viveu a maternidade como imaginava. Veja mais no @morettofogaca

Com alegria, destacamos que, em 2025, foi aprovada a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental (Lei 15.139), que garante apoio psicológico, acolhimento nos serviços de saúde e o reconhecimento do direito ao luto e à memória.

Para nós, da Moretto & Fogaça, maio se encerra, mas o cuidado permanece. Seguimos firmes no compromisso de escutar, acolher e refletir sobre as múltiplas experiências humanas, com ética, sensibilidade e respeito às singularidades.

💬 Que outras maternidades você acredita que precisam ser reconhecidas e acolhidas?

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